Consórcios imobiliários registram alta de 36% com foco em crédito planejado

Redação
Por Redação
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Mercado imobiliario (Foto: Instagram)

O setor imobiliário no Brasil fechou o último ciclo com números que indicam uma mudança profunda no comportamento de quem busca a casa própria ou deseja investir. De acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o volume de novas adesões deu um salto de 36% em 2025, somando 2,83 milhões de participantes ativos. O horizonte para 2026 segue otimista, com previsão de nova alta de 25%.

O movimento é alimentado diretamente pelo patamar da taxa Selic, que torna o financiamento bancário tradicional mais caro e restritivo. Nesse cenário, as cartas de crédito contempladas e o consórcio estruturado ganham força como ativos estratégicos, deixando de ser vistos apenas como uma poupança programada para se tornarem ferramentas de alavancagem de patrimônio.

Para atender a essa demanda, o Grupo Capital DF, fundado em Brasília, consolidou um modelo técnico voltado para a execução de negociações estratégicas. A empresa integra vendedores de cotas, investidores e oportunidades do mercado em um único ambiente operacional, focando na previsibilidade financeira.

A operação é liderada pelo estrategista Jario Lopes, empresário e corretor com trajetória consolidada no mercado desde 2008. Criador de um método que analisa o comportamento de grupos e cenários financeiros, Jario Lopes defende que a inteligência aplicada ao negócio é o verdadeiro diferencial para o sucesso.

Jario Lopes (Foto: Instagram)
Jario Lopes (Foto: Instagram)

“O crédito por si só não resolve. O que gera resultado é a forma como ele é estruturado e aplicado dentro de uma estratégia”, afirma Jario Lopes. Segundo o especialista, o potencial desse modelo ainda é subutilizado por falta de orientação técnica. A proposta do grupo é capacitar o cliente para decisões seguras, desde a escolha da cota até a formalização junto às administradoras.

O avanço desse formato de negócio redefine a visão sobre o setor e prioriza a segurança jurídica em todas as etapas. Como pontua Jario Lopes: “Não é sobre ter um consórcio. É sobre saber transformar o consórcio em carta contemplada e o que fazer com ela”.

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