
O apresentador Paulo Mathias rebateu as acusações realizadas por Leniel Borel, pai do menino Henry Borel (morto em março de 2021). A resposta vem após o vereador ir ao canal de Antonia Fontenelle e declarar que Paulo e Carla Albuquerque são “dois vendidos”.
Durante entrevista à ex de Marcos Paulo (1951–2012) dada na segunda-feira (2), Leniel Borel deixou clara sua posição a respeito dos comunicadores: “Temos Carla Albuquerque junto com Paulo Mathias. Pessoas que foram pagas, e quero deixar claro aqui: que estão recebendo pra isso, pra defender assassino de criança.”

Após a acusação, Paulo Mathias, que tem passagens por emissoras de rádio e TV e, atualmente, segue com seu canal no YouTube, rebateu através de um editorial em vídeo. “O nosso trabalho, tanto o meu quanto o da Carla Albuquerque, é pautado exclusivamente nos autos do processo e em evidências técnicas. Tudo que comentamos aqui no canal sobre o Caso Henry Borel está no processo. Não é inventado da nossa cabeça. Críticas ao nosso conteúdo são legítimas, mas ataques à honra são tentativas de silenciar a análise jornalística de um caso que é público e de interesse social”, iniciou o apresentador.
Em seguida, Paulo ainda destacou o interesse em expor os fatos que tangem à investigação do Caso Henry Borel e repudiou a fala do vereador: “Quando apontamos contradições, não o fazemos contra pessoas, mas a favor dos fatos. Mais uma vez: respeito a dor de qualquer pai, mas a dor não é um “salvo-conduto” para cometer crimes contra a honra de ninguém. A liberdade de expressão termina onde começa a calúnia. Ao sugerir que agimos de má-fé ou que fomos “comprados” para criar narrativas, o Sr. Leniel Borel ultrapassou a fronteira do debate e entrou na esfera do ilícito”.
Por fim, Mathias garante que entrará com os trâmites legais a respeito do fato. “Diferentemente dele, não usaremos canais de entretenimento para trocar ofensas. O Sr. Leniel Borel responderá por cada uma dessas palavras na Justiça. Nossos advogados já foram acionados e as medidas judiciais cabíveis, tanto na esfera cível quanto na criminal, estão sendo tomadas. O Judiciário é o local onde as provas prevalecem sobre os gritos e as ofensas”.