
A assessoria da atriz Marina Ruy Barbosa veio a público nesta terça-feira (17) para desmentir os rumores de uma possível gravidez que vinham circulando intensamente nos últimos dias. O comunicado oficial buscou encerrar as especulações e abordar a problemática da constante avaliação do corpo feminino, que, segundo a equipe, impõe uma pressão desnecessária sobre as mulheres.
As especulações ganharam força após a atriz ter sido flagrada em clima de romance com seu noivo, o empresário Abdul Fares, durante o carnaval. O casal foi visto na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, na madrugada da última segunda-feira (16), e a interação íntima gerou comentários de fãs nas redes sociais, que interpretaram supostos “sinais” no corpo da artista como indícios de uma gestação, levando à proliferação das teorias.
A assessoria de Marina Ruy Barbosa foi categórica ao negar os rumores, aproveitando a oportunidade para fazer uma reflexão contundente sobre a pressão estética imposta às mulheres. Em nota divulgada, a equipe classificou como “muito cruel essa cobrança e essa avaliação constante do corpo de uma mulher”, destacando que “qualquer mudança, quando ela existe, parece precisar vir acompanhada de uma explicação, de uma justificativa”.
A nota prosseguiu, criticando a lógica por trás das especulações infundadas e a invasão da privacidade feminina. “Essa lógica é violenta. Parte da ideia de que o corpo feminino é um espaço de domínio coletivo, sujeito à análise, julgamento e especulação permanente”, declarou a equipe. O comunicado também ressaltou o perigo de um “culto perigoso à extrema magreza e a padrões irreais”, onde “qualquer suposta alteração vira pauta, como se mulheres devessem estar eternamente estáticas para não gerar comentários”.
Apesar de não ter se manifestado pessoalmente sobre os boatos de gravidez, Marina Ruy Barbosa já havia expressado anteriormente seu incômodo com perguntas relacionadas ao assunto. Em outras ocasiões, a atriz confessou que, no momento, não se sente pronta para aumentar a família. A assessoria concluiu a nota reforçando a privacidade e autonomia sobre o corpo feminino: “O corpo de uma mulher não é assunto público. Não é comunicado oficial. Não é gatilho para rumor. É território individual, íntimo e inegociável”.