Cabelo quebradiço na menopausa: causas e cuidados essenciais

Redação
Por Redação
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Créditos: Foto/Divulgação

Mudanças hormonais impactam a saúde capilar durante essa fase da vida.

O cabelo quebradiço é uma preocupação comum para muitas mulheres que atravessam a menopausa, um período marcado por significativas alterações hormonais no corpo feminino. Essa condição capilar, que se manifesta com o ressecamento da fibra e a perda de elasticidade dos fios, exige uma abordagem cuidadosa e constante para manter a vitalidade e a saúde dos cabelos.

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A principal razão para o enfraquecimento capilar durante a menopausa está diretamente ligada à diminuição dos níveis de estrogênio, hormônios cruciais para o equilíbrio do ciclo de crescimento dos fios. Com a redução desses hormônios, os cabelos tendem a se tornar mais finos, secos e, consequentemente, mais suscetíveis à quebra. Além disso, a menopausa pode afetar a produção natural de oleosidade do couro cabeludo, comprometendo a proteção da raiz e a flexibilidade da fibra capilar.

Fatores externos e hábitos diários também desempenham um papel significativo no agravamento do cabelo quebradiço. O estresse crônico, a irregularidade no sono, uma alimentação deficiente em nutrientes essenciais e a realização de procedimentos químicos agressivos são elementos que podem intensificar o enfraquecimento dos fios, tornando-os ainda mais vulneráveis à quebra e à perda de densidade.

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Para mitigar esses efeitos, é fundamental adotar uma rotina de cuidados capilares que priorize a gentileza e a nutrição. O couro cabeludo, base para fios saudáveis, requer limpeza suave e constante, utilizando shampoos adequados e massagens delicadas com as pontas dos dedos. É aconselhável evitar água muito quente e não prender os cabelos molhados ou com excesso de tensão. No aspecto nutricional, a fibra capilar depende de uma ingestão equilibrada de proteínas, ferro, zinco, biotina, vitaminas e ácidos graxos, que podem ser obtidos através de uma alimentação balanceada. Em situações de queda intensa ou afinamento progressivo, exames podem ajudar a identificar deficiências nutricionais que precisam de orientação profissional.

Embora as mudanças graduais na textura e volume dos fios sejam esperadas durante a menopausa, sinais mais intensos como queda acentuada, falhas visíveis, afinamento rápido ou dor no couro cabeludo demandam atenção especializada. Nesses casos, a consulta com um dermatologista ou tricologista é crucial para um diagnóstico preciso, diferenciando quebra, queda capilar, alopecia ou alterações nutricionais. O tratamento, então, pode ser personalizado, combinando cuidados tópicos, ajustes alimentares e outras estratégias para restaurar a vitalidade e a aparência saudável dos cabelos, exigindo constância, paciência e uma rotina capilar adaptada à nova fase do corpo.

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