Polícia pede prisão de Malévola em inquérito sobre Jojo Todynho

Redação
Por Redação
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Malevola e Jojo Todynho (Foto: Instagram)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) solicitou à Justiça a prisão preventiva das influenciadoras Malévola Alves e Rayssa Souza Rego. O pedido faz parte de uma investigação na qual a cantora Jojo Todynho é apontada como suposta vítima. A solicitação foi elaborada pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro do Rio e encaminhada ao Ministério Público para manifestação antes de uma possível análise do Poder Judiciário.

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As duas influenciadoras são investigadas por uma série de supostos crimes, incluindo ameaça, difamação, perseguição, violência psicológica, coação no curso do processo e infrações previstas na Lei nº 7.716/1989, que trata de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. A investigação busca apurar a conduta das influenciadoras diante dos fatos que motivaram a denúncia.

A apuração teve início após Jojo Todynho procurar as autoridades, alegando ter tomado conhecimento de conteúdos publicados nas redes sociais pelas influenciadoras. Os autos da investigação indicam que a cantora teria sido alvo de comentários considerados ofensivos, além de publicações que, segundo a polícia, poderiam ter provocado constrangimento e abalo emocional à vítima.

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Entre os elementos citados pela polícia para justificar a solicitação de prisão preventiva estão vídeos e transmissões ao vivo, bem como um episódio em que as investigadas teriam ido ao Rio de Janeiro e se aproximado do condomínio onde Jojo Todynho reside. Para as autoridades, o conjunto desses fatos indicaria uma escalada de hostilidade, o que justificaria a adoção de medidas cautelares mais severas.

Apesar da solicitação policial, a prisão das influenciadoras não é automática, dependendo de análise das autoridades competentes e de eventual decisão judicial. Até o momento, não há determinação de prisão contra Malévola Alves e Rayssa Souza Rego. O advogado Jonatha Carvalho Matos, que assumiu recentemente a defesa das influenciadoras, divulgou uma nota pública contestando a necessidade da medida, afirmando que elas sempre colaboraram com as investigações e que a prisão preventiva é uma medida excepcional. Jojo Todynho, por sua vez, não se pronunciou sobre os novos desdobramentos do caso em suas redes sociais até a publicação desta matéria.

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